Como o Zohar revelou os segredos do coração
dois mil anos antes da medicina
Esta página reúne os principais insights do artigo "O Poder de Pinchas", de Billy Phillips, sobre a força de cura única que se acende no Shabat em que lemos a porção de Pinchas, e os segredos do Zohar sobre a verdadeira origem de toda doença.
Nas próprias palavras de Billy
Conforme ouvimos a Torah no Shabbat, saiba de uma coisa com certeza absoluta: A Luz que irradia da Leitura, a enunciação das palavras e o som elevado das letras verterão através de todas as artérias em nossas vidas para desobstruí-las, para limpá-las, e libertá-las de toda a gordura indesejada, placa e resíduos. Esta Luz e energia atingirá o pico na Terceira Refeição quando as artérias que conectam o mundo em todos os níveis da existência serão construídas de novo.
Esta é a nossa meditação para a porção Pinchas da Torah. Este é o nosso Shabbat de profunda cura. Para nós e para o mundo todo.
Lembre-se, quanto mais oramos pelos outros, mais Luz flui ao mundo para curar as artérias em nossos corpos, as artérias em nossos negócios, as artérias que nos ligam aos nossos amigos, e as artérias que existem entre as nações.
Cura, paz e prosperidade estarão livres para fluir até o final do Shabbat.
Espere e exija tudo isso.
Dr. Artur Spokojny
Cardiologista treinado em Harvard sobre O ZOHAR e as DOENÇAS CARDÍACAS.
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O Zohar ensina que toda doença, do corpo, do negócio, do casamento, nasce do mesmo lugar: nosso comportamento reativo e egocêntrico para com os outros. E toda cura nasce do mesmo movimento inverso: responsabilidade, remorso e um coração quebrantado. É esse movimento, de חלי a רפואה, que o Shabat de Pinchas ativa uma vez por ano.
Todo ano existe uma data única para acender as forças mais profundas de cura durante o Shabat. Em hebraico, essa porção da Torah se chama Pinchas, e ela irradia um fluxo intenso de Luz e Energia que cura.
Segundo Billy Phillips, 99% do mundo não faz ideia do poder desta afirmação. E há mais: esta porção também guarda a causa oculta e a origem verdadeira da doença cardíaca, e, na verdade, de toda doença.
Em 1959, o FDA declarava que a relação entre colesterol e doença cardíaca "não foi estabelecida". Só em 1964 Konrad Bloch ganhou o Prêmio Nobel por descobrir que o colesterol forma depósitos de gordura nas artérias. E só em 1984 a ciência médica confirmou, num relatório do Instituto Nacional de Saúde dos EUA, que existem dois tipos de colesterol, o "bom" (HDL) e o "ruim" (LDL), e dois tipos de gordura.
O Zohar, comentando esta mesma porção, já dizia exatamente isso, vinte séculos antes.
Em português, como em inglês, a palavra que designa a bile do fígado também designa "amargura de espírito", rancor. O fígado secreta essa bile, cujo componente principal é o próprio colesterol.
O Zohar ensina que, quando nos comportamos com um ego amargo e reativo, é isso, literalmente, que o nosso fígado "oferece" ao coração: a gordura impura. Quando resistimos a esse impulso, o fígado oferece ao coração a gordura pura.
Então, qual é a origem de todas as doenças? Nosso comportamento para com os outros, nosso grau de reatividade e ego versus nossas ações proativas e altruístas. Não é a comida que comemos. Não é a nossa dieta. E, no fundo, não é nem mesmo o nosso DNA.
O Zohar oferece uma metáfora simples: um relatório policial que só descreve como a arma funciona é inútil se não descobrirmos quem puxou o gatilho. Comida, genes e circunstâncias são apenas as armas. A causa somos nós mesmos, por meio do nosso comportamento com amigos e inimigos.
O bloqueio não acontece só no corpo. Todas as relações da nossa vida, entre marido e mulher, entre sócios, entre pais e filhos, entre nações, são artérias espirituais. Quando agimos por impulso reativo e interesse próprio, criamos ali um "depósito de gordura".
Se esses bloqueios crescem sem controle, a "doença" se instala, e pode se manifestar como pobreza, divórcio, família disfuncional, ou um bom e velho ataque cardíaco.
É fácil culpar a comida, o destino, os genes ou os outros pela nossa dor. É a maneira mais simples de nos livrarmos da responsabilidade pessoal. Mas o Zohar é claro: o primeiro passo da cura é perder a mentalidade de vítima.
Precisamos reconhecer que foi algo que fizemos, nesta vida ou numa vida passada, que abriu a porta para a doença. Somente quando aceitamos essa responsabilidade por inteiro é que as ferramentas da Kabbalah despertam a Luz do Criador para nos curar.
Algumas das ferramentas de cura mais poderosas deste Shabat: ouvir a leitura da Torah; escanear o Zohar (especialmente os Volumes 20 e 21, de Pinchas); participar da Terceira Refeição; beber Água de Kabbalah; e fazer caridade, mesmo quando dói.
Mas nenhuma delas funciona sozinha. O Zohar diz que a chave que ativa todas as outras é o remorso, reconhecer as indignidades que já mostramos aos outros.
A Luz que irradia da leitura da Torah neste Shabat percorre todas as artérias das nossas vidas, as do corpo, as do negócio, as que nos ligam aos amigos e às nações, para desobstruí-las, limpá-las e libertá-las de todo peso desnecessário. Essa Luz atinge seu ápice na Terceira Refeição.
Quanto mais oramos pelos outros, mais Luz flui para curar as artérias em nossos corpos, negócios e relacionamentos. Espere e exija tudo isso.
Que bloqueio estou pronto para soltar, para que a Luz do Criador volte a fluir por todas as artérias da minha vida?
Artigo original: Billy Phillips, "O Poder de Pinchas", Estudantes de Kabbalah (publicado em 10 de julho de 2014). Síntese e adaptação por Thiago Moshe · Insights Kabalísticos.
As citações do Zohar sobre o fígado e as gorduras puras/impuras são referências diretas do Zohar, Volume 20 (Pinchas), conforme citadas no artigo original; os dados científicos (FDA 1959, Konrad Bloch, NIH 1984, JAMA) também são citados por Billy Phillips no artigo-fonte.
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