O sacrifício era um retorno à Fonte, e Moshe foi chamado a entrar.
Estudo semanal · Segunda a sexta
✦ Todos os insights foram tirados de artigos de Michael Berg publicados em onehouse.kabbalah.com.
Michael Berg apresenta o Maharal: o desejo do Criador de dar é maior que o nosso de receber, como a vaca que quer dar o leite mais do que o bezerro quer mamar. O Mishkan expressa o desejo do Criador de estar conosco.
Sacrificar não era o ato físico. Era uma meditação para lembrar que nada existe separado do Criador e que sem a Luz não temos existência. A ilusão do mundo é achar que há coisas que se separam dela.
Terminado o Mishkan, o Criador chama Moshe para entrar. O mensageiro tem os poderes de quem o enviou, e Moshe agiu só como mensageiro. Michael Berg ensina que na medida em que nos vemos apenas como mensageiros da Luz, essa é a medida do que podemos.
O Criador quer dar mais do que nós queremos receber. O Mishkan nasceu desse desejo.
Sacrificar era reconectar o efeito, nós, à causa, a Luz.
O que mudava não era o animal: era a consciência de que nada é separado da Luz.
O servo constrói o palácio do rei e é chamado a entrar nos aposentos internos. Esse é Moshe.
Raiva, decepção e tristeza nos afastam de ser mensageiros completos da Luz.
Vayikra abre com o chamado a Moshe e com os sacrifícios. Michael Berg apoia-se no Maharal (Gevurot Hashem, capítulo 69): entre causa e efeito há sempre uma ligação, e o desejo do Criador de dar é maior que o nosso de receber. O Mishkan expressa esse desejo de estar conosco. O sacrifício, por sua vez, serve para o efeito, nós, voltar à causa, a Luz.
Por isso o ato não era físico: era uma meditação para viver a clareza de que nada do que somos ou temos está separado do Criador. A mentira do mundo físico é dizer que há coisas separadas da Luz. Quem vive a clareza oposta, diz Michael Berg, poderia transformar a vida e ter alegria em cada momento.
O segundo artigo conta a parábola do rei e do servo que constrói o palácio e é chamado para dentro. Moshe fez tudo como mensageiro do Criador, e o mensageiro tem os poderes de quem o envia. Na medida em que nos diminuímos e nos vemos só como mensageiros da Luz, tornamo-nos anjos do Criador. Raiva, decepção e tristeza são sinais de que ainda não somos mensageiros completos.
Começar o dia dizendo: nada é separado.
Ao acordar, diga: "Nada do que sou ou tenho existe separado da Luz." Leve a frase para o primeiro compromisso do dia.
Notar onde você separa.
Observe um julgamento que separa, entre você e alguém, entre dias bons e ruins. Reconecte-o à mesma Fonte.
Pôr o ego de lado em uma tarefa.
Escolha uma tarefa e faça-a como mensageiro do Criador, sem pensar em crédito. Escreva como foi.
Ler a raiva como aviso.
Se surgir raiva, decepção ou tristeza, pare e pergunte: "Quem eu ainda estou sendo, além de mensageiro?"
Entrar nos aposentos internos.
Escreva o que mudou ao agir como mensageiro. Agradeça à Luz pelo chamado e escolha como continuar.
Nada está separado da Luz.
Sou mensageiro, e a Luz age por meu intermédio.
Que esta semana de Vayikra ajude você a viver a clareza de que nada está separado da Luz. Shavua Tov!
Nada Está Separado da Luz, por Michael Berg
Tornando-se um Mensageiro do Criador, por Michael Berg
Se alguém que você ama se sente separado da Luz, esta porção fala do chamado para voltar.
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