A fala mostra a nossa consciência, o muro de fora separa da Luz, e a escuridão guarda faíscas a elevar.
Estudo semanal · Segunda a sexta
✦ Todos os insights foram tirados de artigos de Michael Berg publicados em onehouse.kabbalah.com.
Provérbios diz Ish lefi mahalalo. Segundo Rabenu Yonah, o estado de consciência de alguém se vê pelo que ele exalta quando fala. Michael Berg dá o exemplo de quem faz horas de conexões e, fora delas, só fala de dinheiro. O que pesa não é o que fazemos, e sim o que mais valorizamos na mente e nas palavras.
Quem tinha tzara'at ficava fora do acampamento. Michael Berg diz que todos estamos de fora, uns mais, outros menos. Cada ação egoísta, em pensamento, palavra ou ato, ergue um muro que nos impede de sentir a Luz inteira do Zohar e do Shabat. É por isso que a mesma conexão é sentida de formas tão diferentes.
O trabalho espiritual existe para elevar as faíscas entregues às klipot, e elas estão na escuridão. Michael Berg ensina que, quando caímos, as faíscas se prendem à nossa alma, e ao nos reconectarmos elevamos todas elas. Por isso é preciso ter apreço também pelos momentos de escuridão.
O que alguém exalta nas palavras mostra a sua consciência mais do que o que ele estuda.
Conversas de rotina dizem o que realmente é importante para nós.
Cada ação egoísta ergue um muro entre nós e a Luz do Zohar e do Shabat.
É na escuridão que estão as faíscas que precisamos elevar.
Quem agradece o que viveu no escuro eleva as faíscas ao voltar.
As porções Tazria e Metzora, lidas juntas, falam de coisas que parecem negativas: a fala maldosa, a tzara'at, o exílio fora do acampamento. Michael Berg lê nelas três ensinamentos. O primeiro, de Ish lefi mahalalo: o que exaltamos em palavras e pensamentos é o que somos. Quem não perfeito, mas tem a conexão com a Luz como o mais importante, está conectado.
O segundo vem da imagem do badad yeshev, sentar-se sozinho fora. Todos estamos um pouco de fora, e a razão é que cada ação egoísta ergue uma barreira. Por isso o Zohar não nos faz sentir a Luz que Rav Shimon sentiu. O caminho é lembrar disso antes de agir e usar a força do Shabat para derrubar o muro.
O terceiro responde à pergunta mais difícil: por que caímos? Porque as faíscas que faltam elevar estão na escuridão, e ao cairmos elas se prendem a nós. Quando nos reconectamos, elevamos as faíscas junto, o que, em conjunto, leva ao fim da correção. Por isso o apreço pelo tempo de escuridão é parte do trabalho.
Notar o que você exalta.
Hoje, observe suas conversas. Pergunte ao fim de cada uma: "O que eu exaltei: Luz, bondade ou outra coisa?"
Exaltar o que importa.
Em uma conversa de hoje, leve o assunto para algo de bondade ou crescimento. Observe a reação.
Parar antes da ação egoísta.
Na hora de agir só por si, pare um segundo: "Isto afasta a Luz da minha próxima conexão." Escolha de novo.
Reconhecer a função da queda.
Pense em um momento baixo recente. Agradeça-o e pergunte que faíscas ele deixou para você elevar. Reconecte-se.
Unir palavra, muro e faísca.
Escreva o que mudou na sua fala e na sua conexão. Agradeça à Luz e escolha o que vai exaltar na próxima semana.
Exalto o que me aproxima da Luz.
Derrubo o muro e elevo as faíscas que a escuridão guardava.
Que esta semana de Tazria e Metzora ajude você a exaltar o que importa e a elevar o que caiu. Shavua Tov!
As Palavras que Exaltamos, por Michael Berg
Sentando-se Fora do Acampamento, por Michael Berg
A Razão pela qual Caímos, por Michael Berg
Se alguém que você ama passa por uma fase escura, esta porção fala do que ela pode estar guardando.
Compartilhar no WhatsAppInsights kabalísticos, a consciência de cada parashá e as janelas de Luz do calendário, direto no seu WhatsApp.
Entrar no grupo do WhatsApp
Comentários
Compartilhe o que este estudo despertou em você. Estamos aqui para ouvir.
Carregando…